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Transição no Paraná começa com foco na continuidade dos serviços
Equipes de Ratinho Junior e Sergio Moro iniciaram a transição; oito áreas do governo entram na troca de informações para evitar interrupções.

As equipes do governador Carlos Massa Ratinho Junior e do governador eleito Sergio Moro se reuniram pela primeira vez na quinta-feira (5), no Chapéu Pensador. O encontro iniciou a transição no Paraná. O governo estadual afirma que o objetivo é preservar programas em andamento e serviços prestados à população.
O grupo indicado por Moro é coordenado por Lucas Alves de Lima Barros de Góes. A equipe tem outros nove integrantes, segundo a Casa Civil, e poderá receber novos nomes para ampliar a troca de informações com as áreas do governo.
Pela administração atual, a coordenação está com o vice-governador Darci Piana, o superintendente de Relações Institucionais Renato Adur e o chefe de Gabinete da Governadoria, Daniel Vilas Boas. Também participam o procurador-geral do Estado e representantes de oito pastas.
As áreas que entram na transição Estruturas citadas pela Casa Civil e o serviço que o leitor deve acompanhar
| Área representada | O que está em jogo para a população |
|---|---|
| Cidades | Obras e apoio aos municípios |
| Justiça | Políticas de acesso a direitos e cidadania |
| Saúde | Atendimento, rede e gestão dos serviços |
| Fazenda | Execução do orçamento e pagamentos |
| Segurança | Polícia e apoio à segurança pública |
| Educação | Funcionamento das escolas estaduais |
| Rodovias estaduais | Estradas sob gestão estadual |
| Casa Civil | Coordenação entre órgãos e decisões do governo |
A Casa Civil cita, entre os integrantes, Camila Mileke Scucato, Bihl Zanetti, Henrique Bonatti Rego Barbosa e Luiz Budal. Também estão no grupo Renan Barbosa Lopes Ferreira, João Luiz Giona Junior, Alexandre Castro Fernandes, Paulo Chiarelli e Maiquel Guilherme Zimann.
Essa composição não anuncia novas políticas. Ela indica, porém, que a passagem de informações alcança serviços que dependem de decisões estaduais todos os dias. A presença da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) também coloca contratos, processos e responsabilidades jurídicas no circuito de trabalho. A Casa Civil ainda não divulgou um calendário detalhado de entregas.
O decreto estadual que regulamentou a transição prevê compartilhamento de informações sobre contas públicas, estrutura dos órgãos, programas, projetos e providências para os primeiros 120 dias. O mesmo texto estabelece que o processo vai de 5 de novembro a 5 de janeiro de 2027, véspera da posse.
O que diz a Casa Civil: a pasta afirma que quer manter cooperação mútua e trabalho integrado. O objetivo declarado é garantir uma transição tranquila, sem impactos nos programas em andamento e nos serviços prestados à população.
O próximo passo é transformar a reunião inicial em rotina de trabalho. Para o cidadão, a medida mais concreta será acompanhar se a nova equipe recebe dados suficientes para manter escolas, hospitais, estradas, segurança e repasses funcionando sem interrupção. A transparência dessa passagem será decisiva para que a mudança de governo não vire descontinuidade de serviço.
Como fizemos: Conferimos a notícia da Casa Civil publicada em 05/11/2026 e o decreto estadual citado pelo próprio governo. Organizamos as áreas explicitamente representadas e tratamos como expectativa, não como fato consumado, qualquer efeito futuro sobre os serviços.
Fontes
- Equipes de transição de Ratinho Junior e Sergio Moro são apresentadas — Casa Civil do Paraná (acesso em 06/11/2026)
- Ratinho Junior assina decreto que estabelece regras da transição para governador eleito — Casa Civil do Paraná (acesso em 06/11/2026)
- Palácio Iguaçu Curitiba Paraná Brasil — Wikimedia Commons (acesso em 06/11/2026)



